De ti, ainda criança, existe essa saudade doce,
Quando ainda relembro teu lindo vulto
Como se um anjo encarnado fosse,
Na linda relva, do canteiro oculto
Pernas curtas, depressa, acorrer sem ver,
Olhando apenas, na sombra, tua silueta
Braços abertos, carícia do vento ter,
Nesta leve brisa, como uma estatueta
Tua alma pura, neste andar envolto
Sorriso e sorrisos, sempre alegremente
Voavas pelo verde, como um coelhinho solto
Esse vulto, minha mente não esquece
Lembranças de ontem, sempre na memória,
Saudade doce que meu coração aquece
Nenhum comentário:
Postar um comentário